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Marketing digital: como criar um conteúdo “viral”?

Não é de hoje que a palavra “viral” tornou-se sinônimo de sucesso e fama. No marketing digital, conteúdo viral é aquele que se “espalha” com rapidez, atingindo diferentes públicos, chamando a atenção de pessoas dos mais variados lugares e surpreendendo a todos.

A técnica tem custos menores que as ações tradicionais, pois nela o próprio público vai se encarregar de compartilhar o conteúdo repetidas vezes. E é essa a principal mídia utilizada no marketing viral: a ação humana!

Quando um indivíduo emite uma informação para os seus contatos e essa informação tem o “poder” de estimular cada um que a recebeu a compartilhar em suas redes, temos um conteúdo viral. Essa estratégia pode atingir um número muito alto de pessoas, de modo que torna-se bem difícil controlar a dimensão de todo esse alcance.

O viral não é algo novo. Um provérbio, um dialeto, uma linguagem, uma gíria, um trejeito... Lembra das antigas novelas da Globo? Se não, seus pais certamente sim. Em 1985, a novela Roque Santeiro fez um sucesso estrondoso na tela da TV Globo. A expressão “tô certo ou tô errado?” de Sinhozinho Malta, um dos personagens da trama, deu o que falar: na época, praticamente todo mundo finalizava uma fala com o bordão. Se o conteúdo da telenovela tornou-se viral, quem ainda não a assistia ligou a TV no horário nobre só para saber qual a origem daquela febre. 


Marketing viral em 2021


Hoje, os tempos são outros. Se a internet é uma ‘fábrica’ de inovações, onde a criatividade não tem limites, o marketing digital 2021 recorre, mais do que nunca, ao que pode repercutir e agregar um conceito às mais diferentes marcas. Um exemplo prático são os chamados ‘memes’, que criam conexões, potencializando o engajamento com consumidores. Essa identificação do cliente com a marca é fundamental quando falamos em aproximação do produto ou serviço com o público-alvo, mas deve sempre ser utilizada de maneira inteligente, com respeito à temática e cuidado máximo para não atingir determinados grupos de forma negativa. Logo, é importante deixar claro que, por mais que o marketing viral abra brechas para o humor, ele jamais pode deixar de ter um propósito, pois é a sua empresa que será representada por aquele conteúdo amplamente compartilhado.

Lembre-se que não é a venda acima de tudo, é a reputação da sua marca em primeiro lugar. Assim, conteúdos preconceituosos ou que, de alguma maneira, possam vir a ferir pessoas, devem ser evitados. Afinal, nem tudo que é viral é obrigatoriamente bom, certo?


Viral x Buzz


O marketing viral é um processo no qual pessoas interessadas em determinado conteúdo atraem várias outras, gerando uma ‘corrente’ de compartilhamento do material. Na internet, ele é potencializado, pois trata-se de um ambiente onde a abrangência é infinitamente maior do que qualquer outra mídia. Nele, a atenção do consumidor é capturada, tornando-o um agente disseminador daquela informação. 

Já quando falamos em Buzz marketing, estamos nos referindo à amplificação dos esforços iniciais de marketing gerados por terceiros, sendo o “boca a boca” em si. Logo, se o marketing viral é a ação, o buzz é o efeito dessa ação. Deu para entender?

Para ficar mais simples de visualizar, funciona assim: no marketing viral há todo um esforço inicial de disseminação da mensagem, como o teor do conteúdo, o posicionamento dele atrelado à marca, o meio onde esse conteúdo será transmitido, etc. O buzz é o efeito que essa ideia terá nas pessoas e o que as levará a fazer, ou seja, para qual ação o público receptor será condicionado. 

Mas, nem tudo são flores: sendo a espontaneidade uma das principais características da internet e do seu público como um todo, o buzz pode variar bastante, sendo incrível ou perigoso. E é aí que lembramos o que já foi dito nesse texto: apesar do marketing viral abrir espaços para um conteúdo bem mais criativo, a responsabilidade social deve estar em primeiro lugar. A cada momento existe um meme adequado, mas precisa entender qual contexto usar esse material e como atribuí-lo ao crescimento da marca.


A expressão “é paaaaaaaaaau!” da Ex-bbb Juliette Freire foi utilizada nas campanhas promocionais de grandes marcas enquanto a sister estava confinada, mas de que maneira eu posso fazer o mesmo cem por cento ao meu favor? É só você pensar assim: a presença de Juliette no programa levantou temas como a xenofobia e o bullying, então qual é o lugar de fala da minha marca dentro desse contexto? Pois é, até o espontâneo exige responsabilidade social e emocional. No marketing digital, então… nem se fala, pois são as suas vendas, o seu produto, a reputação do seu negócio que estão em jogo.


Criando o meu próprio viral 


Vamos, novamente, voltar no tempo. Dessa vez, já imersa à Era Digital, a marca Dove lançou a campanha “Retratos da Real Beleza.” A intenção era empoderar mulheres sobre sua real aparência, para que elas pudessem compreender a importância e a libertação que há em aceitar-se como realmente é. A ideia era bem criativa: Um desenhista famoso criava retratos-falados de mulheres com base em suas audiodescrição e, em um segundo momento, com base no testemunho de terceiros. A mensagem final que queria ser passada, era: “você é mais bonita do que pensa”. Resultado? O vídeo foi visto mais de 100 milhões de vezes só no primeiro mês de lançamento da campanha, além de ter sido disponibilizado em 33 dos canais de Youtube da Dove.

No comercial, os produtos da Dove não eram o centro das atenções, provando que o marketing digital da sua empresa não deve consistir apenas em institucional e venda direta. É preciso oferecer conteúdo de valor, que agregue, que gere reflexão, que torne a marca referência em uma indústria, porém, quebrando padrões em um universo cansado de tantos rótulos: o feminino.

Nesse exemplo, o marketing viral transformou-se também em marketing de referência, pois foi gerando uma aproximação humanizada e especial com o público que a Dove provou sentir as dores das mulheres, sem querer apenas “forçá-las” a comprar sabonetes, desodorantes ou hidratante corporal.

No marketing viral, a mensagem social é o que conta, por isso, por mais simples que pareça fazer uso dessa estratégia, é importante ter atenção redobrada no momento de idealizar, para que a sua performance seja satisfatória.


Conclusão


Conteúdo viral é o que consegue se conectar emocionalmente com o público, e isso inclui humor, reflexão, entre vários outros sentimentos a serem explorados com responsabilidade. Aproveitar um assunto quente do momento é uma estratégia interessante na hora de criar conteúdo para as suas redes sociais? Com certeza! Porém, se você o fizer de forma aleatória e sem um estudo de público e de desdobramentos daquela temática, dificilmente você conseguirá qualquer tipo de resultado.

O conteúdo só torna-se viral se ele for realmente bom e criativo de maneira positiva, aproveitando sim um tema quente, mas sabendo usá-lo com cuidado e respeito ao próximo, sempre. Checar as informações, estar sempre muito bem informado sobre a temática a ser colocada em debate, além de um estudo de mercado, onde empresas que já utilizaram estratégias semelhantes foram analisadas, faz parte do processo.

Se você pensou em uma campanha viral e gostaria de colocá-la em prática no digital, conte com a equipe certa para construir um processo qualificado e que gere bons resultados para o seu negócio. Inicie uma conversa!



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